Por incrível que pareça não é tão fácil falar de amor, por mais simples que a princípio indica ser. Quem sabe até pela escassez do mesmo em tempos atuais. O que quer dizer esta palavra tão usada e a cada dia que passa sendo utilizada com mais leviandade?
Como tudo neste mundo, na sua origem estão as virtudes de tudo que existe e conforme o tempo passa, elas vão se perdendo...
Existem vários tipos de amores: Amor entre casais, entre pais e filhos, à vida, pelo trabalho, amor ao dinheiro, amor ao carro e assim vai cada um de sua forma, mas com o mesmo nome: “AMOR”.
Acredito que só sabemos definir o que realmente é o “amor”, quando percebemos que somos amados independentemente de nossas falhas, nossos vícios, nosso desequilíbrio e tudo mais que nossa natureza animal é capaz de produzir.
Na minha reflexão sobre este sentimento conclui que existe uma chave para se chegar a ele e para isso é preciso compreender a vida, a tudo e a todos e que se deve respeitar a tudo e a todos, pois todos são originados, filhos de DEUS.
E a chave para se chegar ao “amor” verdadeiro chama-se Compreensão. Somente através da compreensão, teremos entendimento de quem somos, de nossas fraquezas, de nossos limites, de nossa origem, de nossas virtudes esquecidas, de aceitar quem somos e quem fomos.
A vontade em superarmos nossas deficiências para atingirmos a superação de nós mesmos e tornarmos melhores, chama-se amar a si mesmo. Somente amando a si mesmo seremos capazes de amar ao próximo e a Deus, pois somente quando encontramos com o nosso verdadeiro EU é que encontramos a Deus, que está dentro de cada um de nós. Somente desta forma é que teremos a verdadeira sensação de saber o que é o “amor incondicional e verdadeiro”, pois teremos encontrado a essência da palavra “amor”.
A frase “amar ao próximo como a si mesmo” é a explicação definitiva do nosso objetivo, e ainda complementando: “e fazer o bem sem olhar a quem”.
Por isso, o “amor” só vem com a compreensão, que nada mais é do que a consciência divina do todo.
Não há amor verdadeiro sem compreensão, sendo que este é o caminho que leva a ele e quando o acessamos (o amor) este se torna mais forte e inabalável, pois forma-se o TODO e o TODO é DEUS!
Deus é puro, limpo, perfeito, é Pai, é superior, é “Amor Verdadeiro” e não como seus filhos cegos de olhos de abertos que utilizam esta palavra para todas as finalidades e interesses a fim de tirar proveitos e valorizarem suas ações.
Por o mundo estar convertido por uma sabedoria invertida, onde o atraso é dado como saber, e é tão visível isso, como é visível o sofrimento do mundo. Por isso, adotam o sofrimento como saber, pois não sabe quem és TU que a ilusão é tanta que és incapaz de definir o teu EU.
A falta de compreensão do que os “grandes” como Jesus deixou como ensinamento, somado aos antigos interesseiros que se aproveitaram de suas palavras para aos poucos distorcer a verdade com o intuito de conduzir seu rebanho ás trevas da ignorância, demonstrando que se usa o seu nome para ocultar as manobras do traiçoeiro Judas.
Se o mundo tivesse a direção DELE, há muito as coisas seriam diferentes e não este mundo de impostores, falsos, traidores de si mesmos e do próximo. Onde se fala uma coisa e se pensa e se deseja outra, onde a palavra “amor” é ligada ao dinheiro, o mesmo metal criminoso que foi usado para “trair” ao filho de Deus. Por isso, se mata e se morre por ele e o que cada vez mais tem valor é o ter e não o SER.
O que vivemos hoje nada mais é do que a merecida colheita do que se plantou e se planta, sendo que com a traição ao espírito e “amor” à matéria, é que o homem se prostituiu e traiu a si mesmo.
O homem pensa que é dono do mundo, por isso, sempre agiu sem medir conseqüências, mas se esquece que quando aqui nasceu, este mundo já existia e que existe um dono. Vive como um criminoso vagando e destruindo tudo que existe na terra, praticando crimes hediondos contra as leis naturais, sendo um verdadeiro parasita que de tudo explora e nada da em troca a não ser destruição.
A cegueira é tanta que não percebe que precisa de tudo para viver, mas que esse tudo não precisa dele. Seria um criminoso sem perdão se não houvesse o “AMOR” sublime de um PAI compreensivo para interceder junto às vítimas.
Amor, amor, amor, amor, palavra muito usada em versos, músicas, e por senhores da falsa fé. Como podem seres imperfeitos e cheios de defeitos saberem o que é o amor? Essa palavra existe hoje degenerada de sua essência, em razão de um tempo atrás o próprio AMOR vir se materializar em carne e deixar seu perfume.
A oração de São Francisco de Assis é para mim a maior demonstração de compreensão do que é o verdadeiro amor e de como deveríamos agir.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvidas, que eu leve a certeza,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança, onde houver tristeza, que eu leve a alegria, onde houver trevas, que eu leve a luz.
Mestre, fazei que eu procure mais
Consolar do que ser consolado,
Compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
É morrendo que se vive para a VIDA ETERNA.
Aqui está a prova do que é ter contato com o “verdadeiro amor” e saber que quando fazemos algo para alguém fazemos para nós mesmos, tanto o bem quanto o mal. Todos os sentimentos, desejos e atitudes que temos em relação ao próximo são destinados a nós mesmos e a mais ninguém.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
O que é a verdade? Desafio você ler até o final e fazer o seu comentário, duvido que discorde!
Êta perguntinha que pode ter em torno de 6 bilhões de respostas...rs
Somos a somatória de experiências vivenciadas, educação recebida dos pais, conhecimentos adquiridos de uma forma geral, entre “n” outras situações que são de conhecimento de todos e ainda faltariam várias outras que passariam esquecidas.
Dentro deste conjunto de fatores adquiridos criamos conceitos e ou aceitamos os antigos e os alimentamos durante a nossa existência, assim nos formamos seres únicos, cada um com o seu ponto de vista onde tudo passa a ser relativo, já que nossas conclusões são extraídas conforme a capacidade de entendimento de cada um, e esta capacidade ou dom é peculiar de cada ser. Esta trajetória nos molda.
Lembro da época em que na escola tínhamos que ler um livro indicado pelo professor e que teria a sua avaliação posteriormente através de prova. Com exceção daqueles preguiçosos que nada liam e na hora pegavam os resumos de quem havia lido, ocorria uma “variedade interessante” de notas. A conclusão que se chega é que uma mesma história lida no mesmo período, por pessoas de mesmo nível, era interpretada de formas diferentes, o que se comprova pelo que está descrito acima.
Como esta vida não é a verdadeira, pois se fosse seríamos eternos e teríamos tudo a nosso favor, não necessitaríamos de esforços nem sacrifícios; estamos de passagem, por isso aqui tudo passa, a vida é uma somatória de momentos onde “somos solitários” nas emoções e sentimentos vivenciados, e costumo dizer que independente de amigos, “nascemos sozinhos”, “nos criamos sozinhos”, “selecionamos e guardamos sozinhos” todas estas experiências e no final “partimos sozinhos”, independentemente de viver rodeado de um milhão de amigos, cada um é um “mundo”, cada um é único.
Nesta unidade cada um “criou a sua verdade” e os seus “pré-conceitos” de tudo e de todos e que vão se moldando, se lapidando com o passar do “tempo” e com as modificações que este mesmo “Sr. TEMPO” faz por intermédio das “transformações”, ou por outro ponto de vista, pelas “deformações”.
Para tudo baseamos nas “sensações” e nas “aparências”, no que sentimos e vemos e estas são peculiares de cada ser. A necessidade da convivência em sociedade fez com que fosse criada uma organização, com leis, para haver uma “certa” harmonia , ordem, respeito, diretrizes estas fruto de uma ótica “baseada em aparências” e o no “pré-conceito”.
Como baseamos nestes fatores acima, que resumindo nada mais são do que baseados nas aparências, seja de uma forma ou de outra ,e como aparências não são verdades, é que descrevi no primeiro parágrafo que poderíamos ter uma resposta diferente para cada habitante deste planeta.
Infelizmente, sustentados nas verdades que acreditamos (criamos), somos capazes de nos desentender, brigar, matar ou até morrer para defendê-las, já que “somos donos da verdade” e ainda não satisfeitos amplificamos em larga escala esta violência com o terrorismo, as guerras de diversas óticas, inclusive as religiosas como a história nos retrata.
Como pode haver equilíbrio, humildade, compreensão e amor verdadeiro se não houver uma “consciência positiva”?
Como podemos afirmar que exista “consciência” ou “verdade” numa vida em constantes mudanças?
Hoje, baseados no que descrevi acima, com as nossas diretrizes formadas e pré-estabelecidas dizemos que somos contra isso e contra aquilo, que nunca faríamos tal coisa, que não gostamos disso ou daquilo e que gosta desse e daquele outro, que somos assim e que vamos morrer assim e ainda dizemos com firmeza, com “consciência”.
Mas, o “Sr. TEMPO” responsável pelas constantes mudanças, descobertas, altera as modas, os conceitos, amadurece e “evolui” e como o acompanhamos, muitos de nossos “pré-conceitos” também se modificam e o que não aceitávamos passamos a aceitar, nossos gostos se alteram e coisas que dissemos que nunca faríamos, passamos a fazer, e lá se vai por água abaixo o que tínhamos como imutável, firmes e “conscientes”.
Nestas constantes modificações da vida concluímos que somos seres sem palavras, “sem consciência” e “sem verdade”, o que não é ofensa, mas constatação, comprovando a irrealidade deste mundo, de seus pertences, conceitos e que a “consciência” está só no nome, não existe, é tudo passageiro, provisório e ilusório, onde muitos se “acham”, mas os que se acham são justamente aqueles que ainda não se encontraram, pela cegueira e auto-sugestão se considera o tal, ás vezes, dono de grandes fortunas, mas não vê que nem da sua própria vida é dono, nem de seu destino, de nada e nem de ninguém. Por isso, toda a sua aparente posse e seu poder não lhe compram a paz, o amor, os amigos, a saúde e a sabedoria para ser um verdadeiro milionário!
Os pertences materiais existem e cada um o classifica dentro dos seus próprios valores e que a ganância, a ambição, o egoísmo, a cobiça, o materialismo é do ser e não dos pertences materiais que exercem o seu fascínio e magnetiza cada ser dentro de sua vibração. Como muitos criticam sobre estes tipos de “bens circulantes”, sem dono, por pura hipocrisia, pois se lhe fosse dada a chance de também “possuí-lo”, poderia ser até pior a quem hoje critica se deixar-se magnetizar por eles.
Retornando a alguns comentários acima para concluirmos, já que um assunto está interligado a outro, se um mundo está em constantes transformações é porque ele está em andamento e não concluído, desta forma o que pertence a ele também não está. Sendo assim as “verdades são relativas” a cada ponto de vista e se modificam com o tempo, o que se conclui que os seres que nele habitam não tem “consciência”, ou poderiam ser denominadas de “consciências transitórias ou até mesmo de negativas”. Isto tudo escrito acima são constatações e uma “partícula de verdade”, pois na realidade a “verdade mesmo é uma só e imutável desde que o mundo existe”.
Como se diz: “Temos dois ouvidos e apenas uma boca, então devemos ouvir mais e falar menos”, acrescento ainda que as orelhas estão uma de cada lado da cabeça e a boca no centro, isto já foi feito de propósito, para que captemos as informações e as analisemos no “centro” (equilíbrio) para depois emitirmos o nosso parecer, se for o mais indicado, assim se define uma pessoa “centrada”.
Uma imagem que considero perfeita é aquela dos três macaquinhos onde um não vê, outro não fala e outro não escuta.
Como diz um senhor grande amigo meu: “Ver, ouvir e calar se da bem em qualquer lugar!”
Quer conhecer a “verdade”, conheça a ti mesmo, o seu “EU”, se ligue á “Natureza”, se dê este presente, sua vibração será a real, a natural, a verdadeira, sua sintonia será fina com tudo e com todos, estará “imunizado” da “embriaguez e da inconsciência gerada pelo magnetismo”, está na hora!
Não existe o dono da verdade (ela existe por si só), mas a possibilidade de se ter o conhecimento dela. Eu estou tentando, afinal é um dever e um direito de todos nós!
Um abraço “consciente” e “verdadeiro” a todos os meus irmãos e irmãs que estão neste mesmo barco.
Somos a somatória de experiências vivenciadas, educação recebida dos pais, conhecimentos adquiridos de uma forma geral, entre “n” outras situações que são de conhecimento de todos e ainda faltariam várias outras que passariam esquecidas.
Dentro deste conjunto de fatores adquiridos criamos conceitos e ou aceitamos os antigos e os alimentamos durante a nossa existência, assim nos formamos seres únicos, cada um com o seu ponto de vista onde tudo passa a ser relativo, já que nossas conclusões são extraídas conforme a capacidade de entendimento de cada um, e esta capacidade ou dom é peculiar de cada ser. Esta trajetória nos molda.
Lembro da época em que na escola tínhamos que ler um livro indicado pelo professor e que teria a sua avaliação posteriormente através de prova. Com exceção daqueles preguiçosos que nada liam e na hora pegavam os resumos de quem havia lido, ocorria uma “variedade interessante” de notas. A conclusão que se chega é que uma mesma história lida no mesmo período, por pessoas de mesmo nível, era interpretada de formas diferentes, o que se comprova pelo que está descrito acima.
Como esta vida não é a verdadeira, pois se fosse seríamos eternos e teríamos tudo a nosso favor, não necessitaríamos de esforços nem sacrifícios; estamos de passagem, por isso aqui tudo passa, a vida é uma somatória de momentos onde “somos solitários” nas emoções e sentimentos vivenciados, e costumo dizer que independente de amigos, “nascemos sozinhos”, “nos criamos sozinhos”, “selecionamos e guardamos sozinhos” todas estas experiências e no final “partimos sozinhos”, independentemente de viver rodeado de um milhão de amigos, cada um é um “mundo”, cada um é único.
Nesta unidade cada um “criou a sua verdade” e os seus “pré-conceitos” de tudo e de todos e que vão se moldando, se lapidando com o passar do “tempo” e com as modificações que este mesmo “Sr. TEMPO” faz por intermédio das “transformações”, ou por outro ponto de vista, pelas “deformações”.
Para tudo baseamos nas “sensações” e nas “aparências”, no que sentimos e vemos e estas são peculiares de cada ser. A necessidade da convivência em sociedade fez com que fosse criada uma organização, com leis, para haver uma “certa” harmonia , ordem, respeito, diretrizes estas fruto de uma ótica “baseada em aparências” e o no “pré-conceito”.
Como baseamos nestes fatores acima, que resumindo nada mais são do que baseados nas aparências, seja de uma forma ou de outra ,e como aparências não são verdades, é que descrevi no primeiro parágrafo que poderíamos ter uma resposta diferente para cada habitante deste planeta.
Infelizmente, sustentados nas verdades que acreditamos (criamos), somos capazes de nos desentender, brigar, matar ou até morrer para defendê-las, já que “somos donos da verdade” e ainda não satisfeitos amplificamos em larga escala esta violência com o terrorismo, as guerras de diversas óticas, inclusive as religiosas como a história nos retrata.
Como pode haver equilíbrio, humildade, compreensão e amor verdadeiro se não houver uma “consciência positiva”?
Como podemos afirmar que exista “consciência” ou “verdade” numa vida em constantes mudanças?
Hoje, baseados no que descrevi acima, com as nossas diretrizes formadas e pré-estabelecidas dizemos que somos contra isso e contra aquilo, que nunca faríamos tal coisa, que não gostamos disso ou daquilo e que gosta desse e daquele outro, que somos assim e que vamos morrer assim e ainda dizemos com firmeza, com “consciência”.
Mas, o “Sr. TEMPO” responsável pelas constantes mudanças, descobertas, altera as modas, os conceitos, amadurece e “evolui” e como o acompanhamos, muitos de nossos “pré-conceitos” também se modificam e o que não aceitávamos passamos a aceitar, nossos gostos se alteram e coisas que dissemos que nunca faríamos, passamos a fazer, e lá se vai por água abaixo o que tínhamos como imutável, firmes e “conscientes”.
Nestas constantes modificações da vida concluímos que somos seres sem palavras, “sem consciência” e “sem verdade”, o que não é ofensa, mas constatação, comprovando a irrealidade deste mundo, de seus pertences, conceitos e que a “consciência” está só no nome, não existe, é tudo passageiro, provisório e ilusório, onde muitos se “acham”, mas os que se acham são justamente aqueles que ainda não se encontraram, pela cegueira e auto-sugestão se considera o tal, ás vezes, dono de grandes fortunas, mas não vê que nem da sua própria vida é dono, nem de seu destino, de nada e nem de ninguém. Por isso, toda a sua aparente posse e seu poder não lhe compram a paz, o amor, os amigos, a saúde e a sabedoria para ser um verdadeiro milionário!
Os pertences materiais existem e cada um o classifica dentro dos seus próprios valores e que a ganância, a ambição, o egoísmo, a cobiça, o materialismo é do ser e não dos pertences materiais que exercem o seu fascínio e magnetiza cada ser dentro de sua vibração. Como muitos criticam sobre estes tipos de “bens circulantes”, sem dono, por pura hipocrisia, pois se lhe fosse dada a chance de também “possuí-lo”, poderia ser até pior a quem hoje critica se deixar-se magnetizar por eles.
Retornando a alguns comentários acima para concluirmos, já que um assunto está interligado a outro, se um mundo está em constantes transformações é porque ele está em andamento e não concluído, desta forma o que pertence a ele também não está. Sendo assim as “verdades são relativas” a cada ponto de vista e se modificam com o tempo, o que se conclui que os seres que nele habitam não tem “consciência”, ou poderiam ser denominadas de “consciências transitórias ou até mesmo de negativas”. Isto tudo escrito acima são constatações e uma “partícula de verdade”, pois na realidade a “verdade mesmo é uma só e imutável desde que o mundo existe”.
Como se diz: “Temos dois ouvidos e apenas uma boca, então devemos ouvir mais e falar menos”, acrescento ainda que as orelhas estão uma de cada lado da cabeça e a boca no centro, isto já foi feito de propósito, para que captemos as informações e as analisemos no “centro” (equilíbrio) para depois emitirmos o nosso parecer, se for o mais indicado, assim se define uma pessoa “centrada”.
Uma imagem que considero perfeita é aquela dos três macaquinhos onde um não vê, outro não fala e outro não escuta.
Como diz um senhor grande amigo meu: “Ver, ouvir e calar se da bem em qualquer lugar!”
Quer conhecer a “verdade”, conheça a ti mesmo, o seu “EU”, se ligue á “Natureza”, se dê este presente, sua vibração será a real, a natural, a verdadeira, sua sintonia será fina com tudo e com todos, estará “imunizado” da “embriaguez e da inconsciência gerada pelo magnetismo”, está na hora!
Não existe o dono da verdade (ela existe por si só), mas a possibilidade de se ter o conhecimento dela. Eu estou tentando, afinal é um dever e um direito de todos nós!
Um abraço “consciente” e “verdadeiro” a todos os meus irmãos e irmãs que estão neste mesmo barco.
O poder da vida
A vida e a organização dos seres orgânicos são de uma forma tal que os seres orgânicos fazem confusões com a vida. A vida tem as suas organizações muito claras para quem sabe viver. Mas para quem não sabe viver, torna-se desorganizada e os seres orgânicos imperam no degladiamento, na degladiação da vida.
A vida para ser bem formada, bem constituída, firme, equilibrada ao bom viver, é preciso que os seres orgânicos e as organizações sejam todas paralelas ou adequadas ao modo de que se constitui a vida; que a vida também é constituída de diversas organizações e de diversos meios do poder da vida. O poder da vida está naquilo que as organizações podem corresponder para equivaler à vida.
O que vale o vivente ter vida, viver e não saber viver? Não vale nada. Porque quanto mais procura se organizar na vida, mais se desorganiza, e se desorganizando, mais o sofrimento o vem tragando e mais sofrimento.
É como a maré, sempre contra a maré dentro do mar revolto. E assim, estas tempestades que reinam na vida do vivente, que naufraga esta vida preciosa, por estas tempestades feitas por não saber viver, e fica o vivente a imaginar e a dizer: “quanto mais eu procuro o bem, mais ele de mim se distância, mais longe fica, ou talvez no infinito, porque não enxergo o que vou fazer da vida”. E fica o vivente neste crepúsculo amargo, neste sonho de sofredor desesperado, neste sonho de lágrimas, neste pesadelo infernal, pensando uma infinidade de coisas e não sabendo como resolver o seu ideal.
A vida para ser bem formada, bem constituída, firme, equilibrada ao bom viver, é preciso que os seres orgânicos e as organizações sejam todas paralelas ou adequadas ao modo de que se constitui a vida; que a vida também é constituída de diversas organizações e de diversos meios do poder da vida. O poder da vida está naquilo que as organizações podem corresponder para equivaler à vida.
O que vale o vivente ter vida, viver e não saber viver? Não vale nada. Porque quanto mais procura se organizar na vida, mais se desorganiza, e se desorganizando, mais o sofrimento o vem tragando e mais sofrimento.
É como a maré, sempre contra a maré dentro do mar revolto. E assim, estas tempestades que reinam na vida do vivente, que naufraga esta vida preciosa, por estas tempestades feitas por não saber viver, e fica o vivente a imaginar e a dizer: “quanto mais eu procuro o bem, mais ele de mim se distância, mais longe fica, ou talvez no infinito, porque não enxergo o que vou fazer da vida”. E fica o vivente neste crepúsculo amargo, neste sonho de sofredor desesperado, neste sonho de lágrimas, neste pesadelo infernal, pensando uma infinidade de coisas e não sabendo como resolver o seu ideal.
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