quarta-feira, 28 de julho de 2010

O Filho do Homem.




Extraído do livro de perguntas e respostas, entre 1.924 e 1.937, da Ordem do Graal na Terra.


PERGUNTA: Será que o Filho do Homem já se encontra na Terra ou ainda deverá nascer? Por que Abdruschin fica calado obstinadamente sobre esse ponto?

Será que ele desejaria dar uma indicação do caminho certo para todos aqueles que tem assimilado a sua palavra com convicção?

RESPOSTA: O futuro próximo dará a resposta por si mesmo. Só haverá um único mestre universal. O Filho do Homem também não precisa nascer, pois já se encontra entre os homens, o que, aliás, muitos profetas religiosos intuitivamente já o sentiram.

Entre todos os falsos profetas e guias, restará o Filho do Homem, nesses tempos penosos, tempos esses que estão muito mais próximos do que esses mesmos homens, fantasiosos e pessimistas, imaginam e nos quais ELE, o Filho do Homem, será o único verdadeiro auxiliar para as dificuldades espirituais e terrenas. Por isso, Ele não poderia ser criança nem ainda nascer. Seria assim demasiado tarde para advir um auxílio ainda em tempo.

O Filho do Homem espera tranquilamente a época do cumprimento de sua missão, visto que hoje em dia muitas classes zombariam Dele e O odiariam não menos do que outrora ao Filho de Deus.

Por que deveria anunciar-se prematuramente, uma vez que a Vontade de Deus mesma aplainará os caminhos para ELE? Não necessita tomar parte numa corrida cujo objetivo é unicamente Dele. Ninguém alcançará este objetivo exceto ELE. Quem, de todos os homens que procuram seriamente, pode imaginar que esse Filho do Homem se coloque em linha com todos, ou mesmo com apenas um daqueles que hoje se denominam de guias? Essa suposição não lhe parece ridícula? O Filho do Homem não procura angariar a benevolência dos homens, tampouco discutir com as igrejas. Isso tudo não é necessário para ELE. A Vontade de Deus impele desta vez a humanidade, como que chicoteada, ao encontro Dele.

Seu tranqüilo aguardar é o que de mais terrível poderia acontecer à humanidade.

Ela, entretanto, não merece outra coisa. A humanidade receberá o que ela mesma preparou para si. Por isso, espere V. Sa. Também, com calma, até que se cumpra à hora.



“Oskar Ernst Bernhardt, mais conhecido pelo seu pseudônimo Abdruschin (Abd-ru-shin ou Abdrushin), é autor da Obra “Im Lichte der Wahrheit”, traduzida do alemão para o português por três editoras, sob dois diferentes formatos (volume único ou dividido em três volumes) e dois diferentes títulos: Mensagem do Graal - “À Luz da Verdade” e Mensagem do Graal - “Na Luz da Verdade”.

A Mensagem do Graal foi editada pela primeira vez no idioma alemão em 1931. Posteriormente, em 1934, foi publicado o primeiro volume das Ressonâncias da Mensagem do Graal. A publicação do segundo volume foi preparada pelo autor, mas devido às adversidades da situação social não foi possível a publicação deste durante seus últimos anos de vida.”


Este texto mostra que as pessoas com sensibilidade aguçada como os antigos profetas, Nostradamus, Santa Odília, os Maias entre outros tantos e mais recentemente Abdruschin e outros sensitivos, já perceberam há muito a causa da mudança que estamos passando e que a solução já se encontra entre nós e que nada tem a ver com conceitos antigos, mas com uma nova realidade, uma nova energia comandando o universo, fazendo a limpeza necessária para que vivamos no verdadeiro paraíso, esclarecendo todos os mistérios e enigmas.

É a Providência Divina entre os homens, a Era de Aquários, a fase do Terceiro Milênio, a fase onde todos conhecerão o verdadeiro mundo de sua raça e saberão como voltar para ele. A fase da racionalização dos povos!

Fiquemos atentos ao simples, verdadeiro e natural, que fortalece, esclarece, cura e brilha, algo jamais visto, mas há muito aguardado, pois já se encontra entre nós como descrito acima de forma inédita e simples.

Fiquemos atentos e abertos a ouvir e conhecer o que nos chega sem preconceitos e sem julgamentos, não percamos a oportunidade por rudez, tradicionalismo, medo ou soberbia, pois a hora é esta e esta é a nossa chance!


Quem não está sentindo uma grande mudança?



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Os costumes da vida.

Interessante como o ser humano está tão longe da realidade.

O bombardeio de informações que recebemos constantemente nos transforma em robôs controlados por elas e nem percebemos.

E como as más notícias são as que dão ibope, então são as que mais recebemos, que mais assimilamos e sem perceber nos anestesiam...

O problema do não perceber é que tempos atrás ficávamos estarrecidos quando começou o desrespeito, mas depois nos acostumamos, aí começou o roubo de galinhas e nos acostumamos, aí veio o assalto e nos acostumamos, aí começou o assassinato e nos acostumamos, também vieram as drogas que chocaram, destruíram famílias e nos acostumamos, aí veio o terrorismo e nos acostumamos, vieram as guerras e construíram armas em destruição de semelhantes e nos acostumamos, aí tudo isso evoluiu e nós acostumando, os crimes cruéis e nós acostumando, se adaptando as modificações, sem compreender o por que de toda esta trajetória e não mais ligando para as coisas “menores”, pois tudo isso se sofisticou.

Uns dizem que é o fim do mundo, outros que são sinais dos tempos, outros que este mundo não tem mais solução, assim uns procuram a saída nas ciências filosóficas, outros nas científicas e outros não procuram explicações algumas, pois já se acostumaram e consideram tudo normal, seus sentimentos já secaram e quer ver tudo pegar fogo sendo que não tem mais nada a perder.

O pior de tudo é a humanidade não perceber que já se acostumou com situações que são consideradas “normais” e acha que está tudo certo, que é permitido, que não há abuso e desrespeito. Neste caso então, entra em cena a “Mãe Natureza” que tem vida, fecundadora de vidas e que mantém todas as vidas, para alertar sobre os crimes hediondos que praticamos contra as “leis naturais”, puxando as nossas orelhas com terremotos, tufões, furacões, maremotos, tsunamis, vulcões, frio de matar, calor de matar, etc.

Estamos em forma de “bichos racionais”, vivendo como “monstros racionais” e nos considerando “animais racionais” e cada dia mais distante de sermos “racionais”.

* “Abro um parêntese neste texto para dizer que sempre fomos um povo “guerreiro, sanguinário” desde o início, que o mundo em sua biografia é marcado por guerras, mortandade e que evoluiu de monstros para selvagens, depois para civilizados e que está se perdendo, seguindo o caminho de monstros novamente”. Disserto sobre o tempo atual.

Prosseguindo...

O massacre de informações nos deixa cada vez mais sem identidade, pois esta a perdemos no princípio desta criação; hoje somos o que comemos, o que vestimos, o que possuímos, com quem convivemos, o título que nos é dado, o que temos, nossos gostos, nossas vontades, como nos vêem e pelo pseudo sucesso. Resumindo: “Somos o que aparentamos e não o que somos na realidade”. Estas aparências são as que mais nos enganam, nos magnetizam e nos fazem magnetizadores, nos enganando e enganando aos outros conscientemente ou inconscientemente, pois tudo acontece tudo sutilmente como se fosse uma grande armadilha muito bem arquitetada com manhas e artimanhas elaboradas por “criações” nossas mesmo.

Pessoas com estereótipos criados como santos, belos, caridosos, sábios, anjos, não demonstram quem são na realidade, por isso somos pegos de surpresa com atitudes que jamais desconfiaríamos, e o pior é que também somos atores neste enredo. Somos vítimas e autores de atitudes que jamais acreditamos em presenciar e cometê-las.

Temos que tomar cuidado com as “informações” que recebemos através da mídia e sociedade, assim como dos pensamentos e imaginações que nos passam pela cabeça.

O marketing de consumo que cria ilusões e um mundo perfeito deveria ser veiculado com responsabilidade, pois ele pode alimentar como alimenta, uma mente enfraquecida a valorizar um algo material mais do que uma vida. Por isso vemos diariamente as notícias de crimes originados por valores invertidos de uma sabedoria poluída, enfraquecida, degenerada e às avessas.

Este marketing está impregnado nos mínimos detalhes e não é preciso chegar ao extremo de tirar uma vida, mas é também a razão de muitas discussões dentro de casa, no trabalho, no trânsito, nos relacionamentos em geral. Qualquer tipo de discussão por algo, onde se afeta o próximo de alguma forma, machucando-o moral ou fisicamente, já demonstra que foi afetado. Este por si só não é o responsável pelas mazelas do mundo, mas é o alimento para seres doentes que se tornou a humanidade.

Quando iremos substituir o marketing de consumo pelo da realidade, do amor ao próximo como a si mesmo, de fazer o bem sem olhar a quem? Onde está o marketing do respeito, da saúde, da paz, da união? Onde está o marketing da abnegação? Onde está o marketing do quem somos nós e por que assim somos? O que existe hoje é irreal, inconsciente, enganoso, falso e politicamente correto apenas.

Não sejamos mais robôs comandados, mas busquemos a nossa identidade verdadeira de seres divinos há muito perdida.

A finalidade do marketing é conquistar a mente e o coração do seu “adepto”, mas lembre-se que a morte também é declarada quando estes dois órgãos falecem.

Não sejamos mortos-vivos, mas sim, seres comandantes de nossos destinos. Vamos fazer uma lavagem cerebral, tirar toda esta lama impregnada em nossos cérebros e os lavarmos com a fonte racional e seguirmos em direção a vida verdadeira e eterna!


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