Interessante como o ser humano está tão longe da realidade.
O bombardeio de informações que recebemos constantemente nos transforma em robôs controlados por elas e nem percebemos.
E como as más notícias são as que dão ibope, então são as que mais recebemos, que mais assimilamos e sem perceber nos anestesiam...
O problema do não perceber é que tempos atrás ficávamos estarrecidos quando começou o desrespeito, mas depois nos acostumamos, aí começou o roubo de galinhas e nos acostumamos, aí veio o assalto e nos acostumamos, aí começou o assassinato e nos acostumamos, também vieram as drogas que chocaram, destruíram famílias e nos acostumamos, aí veio o terrorismo e nos acostumamos, vieram as guerras e construíram armas em destruição de semelhantes e nos acostumamos, aí tudo isso evoluiu e nós acostumando, os crimes cruéis e nós acostumando, se adaptando as modificações, sem compreender o por que de toda esta trajetória e não mais ligando para as coisas “menores”, pois tudo isso se sofisticou.
Uns dizem que é o fim do mundo, outros que são sinais dos tempos, outros que este mundo não tem mais solução, assim uns procuram a saída nas ciências filosóficas, outros nas científicas e outros não procuram explicações algumas, pois já se acostumaram e consideram tudo normal, seus sentimentos já secaram e quer ver tudo pegar fogo sendo que não tem mais nada a perder.
O pior de tudo é a humanidade não perceber que já se acostumou com situações que são consideradas “normais” e acha que está tudo certo, que é permitido, que não há abuso e desrespeito. Neste caso então, entra em cena a “Mãe Natureza” que tem vida, fecundadora de vidas e que mantém todas as vidas, para alertar sobre os crimes hediondos que praticamos contra as “leis naturais”, puxando as nossas orelhas com terremotos, tufões, furacões, maremotos, tsunamis, vulcões, frio de matar, calor de matar, etc.
Estamos em forma de “bichos racionais”, vivendo como “monstros racionais” e nos considerando “animais racionais” e cada dia mais distante de sermos “racionais”.
* “Abro um parêntese neste texto para dizer que sempre fomos um povo “guerreiro, sanguinário” desde o início, que o mundo em sua biografia é marcado por guerras, mortandade e que evoluiu de monstros para selvagens, depois para civilizados e que está se perdendo, seguindo o caminho de monstros novamente”. Disserto sobre o tempo atual.
Prosseguindo...
O massacre de informações nos deixa cada vez mais sem identidade, pois esta a perdemos no princípio desta criação; hoje somos o que comemos, o que vestimos, o que possuímos, com quem convivemos, o título que nos é dado, o que temos, nossos gostos, nossas vontades, como nos vêem e pelo pseudo sucesso. Resumindo: “Somos o que aparentamos e não o que somos na realidade”. Estas aparências são as que mais nos enganam, nos magnetizam e nos fazem magnetizadores, nos enganando e enganando aos outros conscientemente ou inconscientemente, pois tudo acontece tudo sutilmente como se fosse uma grande armadilha muito bem arquitetada com manhas e artimanhas elaboradas por “criações” nossas mesmo.
Pessoas com estereótipos criados como santos, belos, caridosos, sábios, anjos, não demonstram quem são na realidade, por isso somos pegos de surpresa com atitudes que jamais desconfiaríamos, e o pior é que também somos atores neste enredo. Somos vítimas e autores de atitudes que jamais acreditamos em presenciar e cometê-las.
Temos que tomar cuidado com as “informações” que recebemos através da mídia e sociedade, assim como dos pensamentos e imaginações que nos passam pela cabeça.
O marketing de consumo que cria ilusões e um mundo perfeito deveria ser veiculado com responsabilidade, pois ele pode alimentar como alimenta, uma mente enfraquecida a valorizar um algo material mais do que uma vida. Por isso vemos diariamente as notícias de crimes originados por valores invertidos de uma sabedoria poluída, enfraquecida, degenerada e às avessas.
Este marketing está impregnado nos mínimos detalhes e não é preciso chegar ao extremo de tirar uma vida, mas é também a razão de muitas discussões dentro de casa, no trabalho, no trânsito, nos relacionamentos em geral. Qualquer tipo de discussão por algo, onde se afeta o próximo de alguma forma, machucando-o moral ou fisicamente, já demonstra que foi afetado. Este por si só não é o responsável pelas mazelas do mundo, mas é o alimento para seres doentes que se tornou a humanidade.
Quando iremos substituir o marketing de consumo pelo da realidade, do amor ao próximo como a si mesmo, de fazer o bem sem olhar a quem? Onde está o marketing do respeito, da saúde, da paz, da união? Onde está o marketing da abnegação? Onde está o marketing do quem somos nós e por que assim somos? O que existe hoje é irreal, inconsciente, enganoso, falso e politicamente correto apenas.
Não sejamos mais robôs comandados, mas busquemos a nossa identidade verdadeira de seres divinos há muito perdida.
A finalidade do marketing é conquistar a mente e o coração do seu “adepto”, mas lembre-se que a morte também é declarada quando estes dois órgãos falecem.
Não sejamos mortos-vivos, mas sim, seres comandantes de nossos destinos. Vamos fazer uma lavagem cerebral, tirar toda esta lama impregnada em nossos cérebros e os lavarmos com a fonte racional e seguirmos em direção a vida verdadeira e eterna!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Vamos jogar?
Você não tem escolha, a partir do momento que começou a ler este tema já começa a jogar, não tem como voltar (pelo menos neste momento), você acaba de abrir a porta de entrada para ele e só sairá do jogo jogando...
Neste momento você é levado (a) de olhos vendados juntamente com outros jogadores até um local totalmente desconhecido, um lugar que você nunca viu e com materiais jamais vistos para você se relacionar. Este local será o ambiente que terá que jogar.
Existem regras criadas pelo arquiteto deste jogo, mas você desconhece quem este seja e quais são estas regras, mas você terá que descobri-las através da interação com o ambiente a conviver.
Este jogo tem um tempo definido, mas você o desconhece. Dentro deste tempo você terá que usar o bom senso, percepção e raciocínio para conquistar o grande prêmio, que com certeza é o maior jamais imaginado e conquistado. Se você chegar ao final do seu tempo e não concluí-lo, será enviado para outro local desconhecido e com materiais jamais vistos, ou melhor, começa um novo jogo...
As dificuldades encontradas e vividas nele não são provas a serem superadas, mas sim conseqüências de erros de interpretações do jogo, então deverão estar atentos (as) ao mesmo, pois muitas coisas podem parecer corretas e não serem, por isso, não culpem o inventor do jogo, cada um será responsável pelas suas escolhas e decisões. O próprio jogo o conduzirá como conseqüência delas.
Pode-se solicitar ajuda, mas não a terá, pois em todos os ingredientes disponíveis as encontrarão, será um salve-se quem puder e se puder.
Alguns não acreditarão que tem regras, outros acharão que nem o autor do mesmo as conhece, vários participantes do jogo entenderão dentro de sua percepção as suas regras e as seguirão achando que descobriram o mistério, também nada impede de outros seguirem o caminho escolhido por este ou aquele, a escolha é livre. Muitos desanimarão e jogarão por não ter alternativa, já que não encontrou a solução, aguardando o final do seu tempo.
O prêmio será dado apenas a quem definir o jogo e suas regras elaboradas, não haverá primeiro, segundo nem terceiro colocados, mas todos tem o direito ao prêmio.
A única advertência é para não extrapolarem o tempo de jogo, pois as luzes se apagarão e a porta de saída será trancada definitivamente.
Este jogo pode ser chamado de “Jogo da vida”.
Este jogo você já joga, mas talvez não tenha olhado por este ângulo, um ângulo que possibilita ver com outros olhos e despertar a consciência para um novo conceito, mais racional e menos material, o mesmo que trazemos por muitas gerações e que nada tem solucionado, apenas vemos mais destruição, desavenças, intolerância, desrespeito, terror, guerras e doenças, uma falência geral, física, moral e financeira.
Está na hora de nos libertarmos da ignorância das regras supostas e impostas pelas aparências e vivermos de acordo com as virtudes originais de pureza, limpeza e perfeição da vida real e eterna.
Chega de game over!!!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Respeito é bom e todos gostam!

Nascemos, aprendemos, sentimos, percebemos, experimentamos, interagimos, concluímos e formamos a nossa ótica de vida, nossos conceitos, nossas verdades.
Aliado a tudo isso está a nossa essência, ou natureza, aquela que trazemos de algum lugar do passado e que ás vezes temos a sensação de que o que somos hoje nada mais é do que a somatória de inúmeras vivências passadas.
Muitos diriam que se somando esta essência com as novas verdades adquiridas terá o todo de uma pessoa, correto? Eu diria que não, pois se aprofundarmos mais ainda no todo real chegaremos ao que há de mais sutil, puro, limpo e perfeito, que é a essência original de todo ser animal de origem racional, às virtudes.
Que ser complexo é o ser humano e como difícil é conviver com todas estas personalidades habitando um único ser e mais ainda, desconhecido de todos eles e convivendo com outras pessoas que dividem o mesmo espaço formando uma sociedade.
Quer complicar mais ainda? Tudo isso em constantes transformações, evoluções, progresso e degeneração. Convivendo com tudo isso e sem conhecer a causa, a origem, sem entender esta mecânica ou mecânicas e sobreviver, talvez indo mais longe, vegetando, como verdadeiros parasitas que de tudo suga da natureza e nada da em troca, progredindo sem medir conseqüências, desequilibrando e liquidando seu habitat, vivendo por ter vida, mas sem saber o por que dela, sem uma explicação lógica.
Por todos estes fatores e mais alguns, concluímos que não existe consciência por falta de conhecimento e consequentemente não existe respeito. Um verdadeiro balaio de gatos.
Quando uma pessoa te chama à atenção por alguma falha sua, esta está te analisando pelo ponto de vista dela, pela verdade dela e se você está sendo chamado à atenção é por que você está agindo conforme a sua verdade, e quem está certo? Talvez um dos dois, ou talvez os dois estejam errados.
Muitos desentendimentos acontecem em razão das pessoas terem dificuldades de se expressarem e aí os maus entendidos geram os conflitos gratuitos. Por tudo e todos serem inconscientes e passageiros, o melhor é não dar importância ao que não tem já que tudo passa e amadurece.
Nossos sentimentos são vadios, por isso, eles são efêmeros, pois da mesma forma que não aceitamos ou não admitimos uma coisa com veemência, com o tempo estamos admitindo e na mesma intensidade que somos fortemente afetados por um fato, com o tempo o esquecemos completamente.
O que comanda o mundo são as aparências e este gera o preconceito, afastando assim a oportunidade de se conhecer, por não ouvir ou não dar acesso aos menos “favorecidos”, dentro da sua ótica, pois este poderia ser uma ferramenta valiosa para te dar uma chave que tanto procura e precisa.
Somos seres complexos formados, conforme relato nos primeiros parágrafos, de personagens diversos, onde encontramos desde os mais temíveis criminosos até o mais sublime ser iluminado. O iluminado é proveniente da causa e é constituído de virtudes originais (DEUS), que anima e mantém os mais puros sentimentos de amor, de paz, de união, de luz e consequentemente do verdadeiro respeito.
É o Raciocínio Supremo que temos que buscar para que a Luz se faça presente em nossas vidas!
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