quinta-feira, 10 de junho de 2010
Vamos jogar?
Você não tem escolha, a partir do momento que começou a ler este tema já começa a jogar, não tem como voltar (pelo menos neste momento), você acaba de abrir a porta de entrada para ele e só sairá do jogo jogando...
Neste momento você é levado (a) de olhos vendados juntamente com outros jogadores até um local totalmente desconhecido, um lugar que você nunca viu e com materiais jamais vistos para você se relacionar. Este local será o ambiente que terá que jogar.
Existem regras criadas pelo arquiteto deste jogo, mas você desconhece quem este seja e quais são estas regras, mas você terá que descobri-las através da interação com o ambiente a conviver.
Este jogo tem um tempo definido, mas você o desconhece. Dentro deste tempo você terá que usar o bom senso, percepção e raciocínio para conquistar o grande prêmio, que com certeza é o maior jamais imaginado e conquistado. Se você chegar ao final do seu tempo e não concluí-lo, será enviado para outro local desconhecido e com materiais jamais vistos, ou melhor, começa um novo jogo...
As dificuldades encontradas e vividas nele não são provas a serem superadas, mas sim conseqüências de erros de interpretações do jogo, então deverão estar atentos (as) ao mesmo, pois muitas coisas podem parecer corretas e não serem, por isso, não culpem o inventor do jogo, cada um será responsável pelas suas escolhas e decisões. O próprio jogo o conduzirá como conseqüência delas.
Pode-se solicitar ajuda, mas não a terá, pois em todos os ingredientes disponíveis as encontrarão, será um salve-se quem puder e se puder.
Alguns não acreditarão que tem regras, outros acharão que nem o autor do mesmo as conhece, vários participantes do jogo entenderão dentro de sua percepção as suas regras e as seguirão achando que descobriram o mistério, também nada impede de outros seguirem o caminho escolhido por este ou aquele, a escolha é livre. Muitos desanimarão e jogarão por não ter alternativa, já que não encontrou a solução, aguardando o final do seu tempo.
O prêmio será dado apenas a quem definir o jogo e suas regras elaboradas, não haverá primeiro, segundo nem terceiro colocados, mas todos tem o direito ao prêmio.
A única advertência é para não extrapolarem o tempo de jogo, pois as luzes se apagarão e a porta de saída será trancada definitivamente.
Este jogo pode ser chamado de “Jogo da vida”.
Este jogo você já joga, mas talvez não tenha olhado por este ângulo, um ângulo que possibilita ver com outros olhos e despertar a consciência para um novo conceito, mais racional e menos material, o mesmo que trazemos por muitas gerações e que nada tem solucionado, apenas vemos mais destruição, desavenças, intolerância, desrespeito, terror, guerras e doenças, uma falência geral, física, moral e financeira.
Está na hora de nos libertarmos da ignorância das regras supostas e impostas pelas aparências e vivermos de acordo com as virtudes originais de pureza, limpeza e perfeição da vida real e eterna.
Chega de game over!!!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Respeito é bom e todos gostam!

Nascemos, aprendemos, sentimos, percebemos, experimentamos, interagimos, concluímos e formamos a nossa ótica de vida, nossos conceitos, nossas verdades.
Aliado a tudo isso está a nossa essência, ou natureza, aquela que trazemos de algum lugar do passado e que ás vezes temos a sensação de que o que somos hoje nada mais é do que a somatória de inúmeras vivências passadas.
Muitos diriam que se somando esta essência com as novas verdades adquiridas terá o todo de uma pessoa, correto? Eu diria que não, pois se aprofundarmos mais ainda no todo real chegaremos ao que há de mais sutil, puro, limpo e perfeito, que é a essência original de todo ser animal de origem racional, às virtudes.
Que ser complexo é o ser humano e como difícil é conviver com todas estas personalidades habitando um único ser e mais ainda, desconhecido de todos eles e convivendo com outras pessoas que dividem o mesmo espaço formando uma sociedade.
Quer complicar mais ainda? Tudo isso em constantes transformações, evoluções, progresso e degeneração. Convivendo com tudo isso e sem conhecer a causa, a origem, sem entender esta mecânica ou mecânicas e sobreviver, talvez indo mais longe, vegetando, como verdadeiros parasitas que de tudo suga da natureza e nada da em troca, progredindo sem medir conseqüências, desequilibrando e liquidando seu habitat, vivendo por ter vida, mas sem saber o por que dela, sem uma explicação lógica.
Por todos estes fatores e mais alguns, concluímos que não existe consciência por falta de conhecimento e consequentemente não existe respeito. Um verdadeiro balaio de gatos.
Quando uma pessoa te chama à atenção por alguma falha sua, esta está te analisando pelo ponto de vista dela, pela verdade dela e se você está sendo chamado à atenção é por que você está agindo conforme a sua verdade, e quem está certo? Talvez um dos dois, ou talvez os dois estejam errados.
Muitos desentendimentos acontecem em razão das pessoas terem dificuldades de se expressarem e aí os maus entendidos geram os conflitos gratuitos. Por tudo e todos serem inconscientes e passageiros, o melhor é não dar importância ao que não tem já que tudo passa e amadurece.
Nossos sentimentos são vadios, por isso, eles são efêmeros, pois da mesma forma que não aceitamos ou não admitimos uma coisa com veemência, com o tempo estamos admitindo e na mesma intensidade que somos fortemente afetados por um fato, com o tempo o esquecemos completamente.
O que comanda o mundo são as aparências e este gera o preconceito, afastando assim a oportunidade de se conhecer, por não ouvir ou não dar acesso aos menos “favorecidos”, dentro da sua ótica, pois este poderia ser uma ferramenta valiosa para te dar uma chave que tanto procura e precisa.
Somos seres complexos formados, conforme relato nos primeiros parágrafos, de personagens diversos, onde encontramos desde os mais temíveis criminosos até o mais sublime ser iluminado. O iluminado é proveniente da causa e é constituído de virtudes originais (DEUS), que anima e mantém os mais puros sentimentos de amor, de paz, de união, de luz e consequentemente do verdadeiro respeito.
É o Raciocínio Supremo que temos que buscar para que a Luz se faça presente em nossas vidas!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O meu apagão.
Como de praxe todo final de ano o trabalho aumenta de uma forma extraordinária, numa correria desenfreada para atender aos inúmeros clientes e aos pretendentes que nos procuram solicitando nossos serviços e como todo bom brasileiro que se preza, sem nenhum planejamento, deixando tudo para a última hora e depositando em nossas mãos seus "explosivos" para desarmarmos, situação que muito nos enobrece, pois graças a eles aumentamos o nosso curto período de sono, a irritabilidade, os cabelos prateados, esgotamento físico e pontos a menos na qualidade de vida, resumindo, uma arca com diversos “tesouros” do gênero chamado stress.
O que considero o mais interessante em tudo isto é que para quem está solicitando os serviços sou considerado um super-herói, o que muito me deixa lisonjeado, pois além de resolver o problema alheio, não preciso me alimentar, dormir, descansar, praticar uma atividade física, nem ter uma vida social, pois minha missão é salvar a pele dele. Uau, sempre quis ser um super-herói!!!
Todos os dias recebo várias mensagens com diversas missões que após lê-la ela se destrói em 5 segundos e eu em seguida..rs.
O mais interessante são os sentimentos antagônicos, pois também me sinto em uma cela carcerária (escritório) onde o trabalho escravo é interminável...rs.
Num determinado dia recebi uma missão de participar de uma concorrência em um projeto para uma grande empresa conhecida mundialmente com entrega para o dia seguinte (é claro). O vencedor assinaria um contrato de assessoria por 24 meses com exclusividade, o que não é nada mau, mas o único tempo viável para estudá-lo e prepará-lo seria após o expediente, o que já é comum no dia-a-dia, só que este iria varar até a manhã seguinte.
Como um super-herói presidiário, aceitei mais este desafio.
Apressei para concluir com as outras missões e focar neste projeto, isso já era em torno das 20 horas. Com toda a atenção e cuidado comecei a elaborar o tal projeto e quando estava com um terço dele elaborado começou a luz a piscar de forma estranha e pronto, tudo escuro!
Fui até a portaria do prédio para ver se era apenas na minha rua, mas apenas enxergava a lua. O porteiro me disse que devia ser em boa parte da cidade, pois a namorada dele que mora no lado oposto havia ligado e disse que estava tudo escuro, um amigo que passou em sentido contrário disse que do outro lado também estava. Resolvi ligar para a portaria do prédio onde moro para saber se lá havia acabado também, pois moro no 13º andar, a resposta dele não poderia ser mais animadora: “Estou indo tirar um pessoal que ta preso no elevador”...
Diante de todas estas informações resolvi ligar o meu laptop que não precisa de energia e entrei no UOL para descobrir se havia algo “estranho”, quando li: “Pane em Itaipu deixa Minas, Rio e São Paulo sem luz”, este era apenas o início das informações que chegavam, pois no dia seguinte saberíamos que seriam 18 estados brasileiros atingidos.
Com o quebra-cabeças montado, a temperatura em torno de uns 33 graus, olhei para o Ricky (meu cachorro Shitsu), minha mochila com o laptop e apetrechos, um saco com 3 litros de leite, outro de pão e uma lanterna com pilha fraca (o que acrescentou em meu peso de 8 a 10 kg), suspirei, sorri e fui para casa encarar 14 andares de escada (contando com o sub-solo, é claro.)
Quando estava pelo 8º andar parecia que alguém puxava a minha perna para baixo, o Ricky lambia o chão, nunca vi uma língua tão comprida...rs.
Cheguei que era um trapo ambulante, suado, derretendo, moído, com fome e sem saber se havia perdido parte do projeto. Após recompor-me fui ligar o fogão, mas como ele é elétrico, tive que fazer uma manobra espetacular para acendê-lo com o fósforo.
Depois de todo este roteiro sentei na varanda e olhei para a cidade toda apagada, um breu só, quando me vieram algumas conclusões à cabeça:
1- Estamos nas trevas e cozidos. Se for analisar o que nos dá a luz é o fogo, de dia é o Sol, de noite é a energia elétrica que também queima, ou a vela neste caso.
O Sol transmite o calor que nos derrete feito sebo, amolecendo, envelhecendo. Sem ele é treva pura (nem sei se posso chamar “treva” de pura, sendo que significa ausência de luz);
2- Nascemos neste mundo escravos da matéria, pois para sobreviver temos que trabalhar e ganhar o pão nosso de cada dia, além de sermos submissos aos seus caprichos, necessidades, gostos e vontades;
3- As pessoas, na grande maioria, só enxergam o próprio umbigo, querendo resolver o seu problema, sem lembrar que existe um ser humano igual a ele e que não deve ser tratado como um super-herói;
4- O mundo chamado “civilizado” existe para lapidar as pessoas com o seu progresso, conforto que faz com que a pessoa fique refém deste sistema, cada vez mais sedentária e dependente de tecnologia. Este mesmo mundo maravilhoso que ilude, emociona, magnetiza com sua mídia consumista, alimentando o desejo de todos em adquirir os bens que supostamente trará prazeres, atinge a todos que se encantam, inclusive os que não tem estrutura, deseja e como não tem acesso, além de alimentar a inveja parte para a criminalidade, invertendo valores, trocando uma vida por um bem material qualquer.
5- A civilização chegou ao seu apogeu, ao amadurecimento e como tudo depois de maduro começa a apodrecer, é que estamos presenciando tudo isso, inclusive a falência física, moral e financeira. A grande maioria trabalha para sobreviver e não por ganância.
Estamos numa fase de salve-se quem puder e se puder!
Citei 5 entre tantas outras reflexões que o leitor também fazer com esta leitura, mas, isto deixo por conta de cada um. É um excelente exercício!
Este apagão me fez lembrar o Maurício, um pianista cego de Minas Gerais, que em certo dia, tocando em um jantar, acabou a energia local e todos os presentes no salão pararam inclusive os garçons e cozinheiros, mas a música não.
Assim como o Maurício deveríamos ter a nossa “luz própria” e continuarmos sendo nós mesmos independentemente do que acontece ao redor (luz própria é sinônimo de autoconhecimento).
Esta é uma simples metáfora que esclarece a necessidade de nos conhecermos de verdade e sermos fiéis aos "nossos princípios"! O que são realmente "nossos" e o que quer dizer "princípio"? Analise e tire as suas conclusões.
Ah, quanto ao projeto eu conto numa próxima...rs
O que considero o mais interessante em tudo isto é que para quem está solicitando os serviços sou considerado um super-herói, o que muito me deixa lisonjeado, pois além de resolver o problema alheio, não preciso me alimentar, dormir, descansar, praticar uma atividade física, nem ter uma vida social, pois minha missão é salvar a pele dele. Uau, sempre quis ser um super-herói!!!
Todos os dias recebo várias mensagens com diversas missões que após lê-la ela se destrói em 5 segundos e eu em seguida..rs.
O mais interessante são os sentimentos antagônicos, pois também me sinto em uma cela carcerária (escritório) onde o trabalho escravo é interminável...rs.
Num determinado dia recebi uma missão de participar de uma concorrência em um projeto para uma grande empresa conhecida mundialmente com entrega para o dia seguinte (é claro). O vencedor assinaria um contrato de assessoria por 24 meses com exclusividade, o que não é nada mau, mas o único tempo viável para estudá-lo e prepará-lo seria após o expediente, o que já é comum no dia-a-dia, só que este iria varar até a manhã seguinte.
Como um super-herói presidiário, aceitei mais este desafio.
Apressei para concluir com as outras missões e focar neste projeto, isso já era em torno das 20 horas. Com toda a atenção e cuidado comecei a elaborar o tal projeto e quando estava com um terço dele elaborado começou a luz a piscar de forma estranha e pronto, tudo escuro!
Fui até a portaria do prédio para ver se era apenas na minha rua, mas apenas enxergava a lua. O porteiro me disse que devia ser em boa parte da cidade, pois a namorada dele que mora no lado oposto havia ligado e disse que estava tudo escuro, um amigo que passou em sentido contrário disse que do outro lado também estava. Resolvi ligar para a portaria do prédio onde moro para saber se lá havia acabado também, pois moro no 13º andar, a resposta dele não poderia ser mais animadora: “Estou indo tirar um pessoal que ta preso no elevador”...
Diante de todas estas informações resolvi ligar o meu laptop que não precisa de energia e entrei no UOL para descobrir se havia algo “estranho”, quando li: “Pane em Itaipu deixa Minas, Rio e São Paulo sem luz”, este era apenas o início das informações que chegavam, pois no dia seguinte saberíamos que seriam 18 estados brasileiros atingidos.
Com o quebra-cabeças montado, a temperatura em torno de uns 33 graus, olhei para o Ricky (meu cachorro Shitsu), minha mochila com o laptop e apetrechos, um saco com 3 litros de leite, outro de pão e uma lanterna com pilha fraca (o que acrescentou em meu peso de 8 a 10 kg), suspirei, sorri e fui para casa encarar 14 andares de escada (contando com o sub-solo, é claro.)
Quando estava pelo 8º andar parecia que alguém puxava a minha perna para baixo, o Ricky lambia o chão, nunca vi uma língua tão comprida...rs.
Cheguei que era um trapo ambulante, suado, derretendo, moído, com fome e sem saber se havia perdido parte do projeto. Após recompor-me fui ligar o fogão, mas como ele é elétrico, tive que fazer uma manobra espetacular para acendê-lo com o fósforo.
Depois de todo este roteiro sentei na varanda e olhei para a cidade toda apagada, um breu só, quando me vieram algumas conclusões à cabeça:
1- Estamos nas trevas e cozidos. Se for analisar o que nos dá a luz é o fogo, de dia é o Sol, de noite é a energia elétrica que também queima, ou a vela neste caso.
O Sol transmite o calor que nos derrete feito sebo, amolecendo, envelhecendo. Sem ele é treva pura (nem sei se posso chamar “treva” de pura, sendo que significa ausência de luz);
2- Nascemos neste mundo escravos da matéria, pois para sobreviver temos que trabalhar e ganhar o pão nosso de cada dia, além de sermos submissos aos seus caprichos, necessidades, gostos e vontades;
3- As pessoas, na grande maioria, só enxergam o próprio umbigo, querendo resolver o seu problema, sem lembrar que existe um ser humano igual a ele e que não deve ser tratado como um super-herói;
4- O mundo chamado “civilizado” existe para lapidar as pessoas com o seu progresso, conforto que faz com que a pessoa fique refém deste sistema, cada vez mais sedentária e dependente de tecnologia. Este mesmo mundo maravilhoso que ilude, emociona, magnetiza com sua mídia consumista, alimentando o desejo de todos em adquirir os bens que supostamente trará prazeres, atinge a todos que se encantam, inclusive os que não tem estrutura, deseja e como não tem acesso, além de alimentar a inveja parte para a criminalidade, invertendo valores, trocando uma vida por um bem material qualquer.
5- A civilização chegou ao seu apogeu, ao amadurecimento e como tudo depois de maduro começa a apodrecer, é que estamos presenciando tudo isso, inclusive a falência física, moral e financeira. A grande maioria trabalha para sobreviver e não por ganância.
Estamos numa fase de salve-se quem puder e se puder!
Citei 5 entre tantas outras reflexões que o leitor também fazer com esta leitura, mas, isto deixo por conta de cada um. É um excelente exercício!
Este apagão me fez lembrar o Maurício, um pianista cego de Minas Gerais, que em certo dia, tocando em um jantar, acabou a energia local e todos os presentes no salão pararam inclusive os garçons e cozinheiros, mas a música não.
Assim como o Maurício deveríamos ter a nossa “luz própria” e continuarmos sendo nós mesmos independentemente do que acontece ao redor (luz própria é sinônimo de autoconhecimento).
Esta é uma simples metáfora que esclarece a necessidade de nos conhecermos de verdade e sermos fiéis aos "nossos princípios"! O que são realmente "nossos" e o que quer dizer "princípio"? Analise e tire as suas conclusões.
Ah, quanto ao projeto eu conto numa próxima...rs
Assinar:
Postagens (Atom)